sextech / Getty Images

Sextech: conheça 5 startups desse mercado

Aqui no WorkStars nós falamos um pouco sobre o termo “sextech” – que se refere às startups que utilizam tecnologia para oferecer serviços, produtos e experiências com foco no no bem-estar sexual e na sexualidade em si, leia aqui.

A princípio, um diferencial desse nicho é a participação predominante de mulheres. Quebrando todo e qualquer tabu que foram expressivamente presentes em relação à sexualidade e prazer da mulher. Então, vamos te apresentar 5 startups desse mercado para você conhecer, confira: 

Feel

Feel logo / Divulgação
Feel logo / Divulgação

A Feel foi criada em Outubro de 2020, desenvolvida 100% por mulheres, ou seja, uma “femtech”. A startup nacional conta com produtos naturais, veganos e saudáveis feitos para o autocuidado íntimo das mulheres. Com blends e géis hidratantes totalmente pensados para o prazer da mulher. 

A marca é paulistana e foi fundada por Marina Ratton. De acordo com o site da Forbes, em maio, a startup concluiu sua primeira rodada de investimentos, feita por meio da plataforma de equity crowdfunding Wishe Women Capital. A operação levantou R$ 550 mil, com 84% do financiamento realizado por mulheres. Com a captação, a empresa pretende lançar três novos produtos ainda este ano.

Lilit – Sextech de produtos eróticos

Bullet Lilit / Divulgação somoslilit.com
Bullet Lilit / Divulgação somoslilit.com

Fundada em 2019 por Marília Ponte, a Lilit é uma sextech brasileira de vibradores criada por mulheres sobretudo com o pensamento no prazer da mulher. Ao longo do primeiro ano da marca no mercado, a empresa teve um faturamento de quase R$ 450 mil.

O Bullet Lilit é um minivibrador recarregável desenvolvido pela Lilit, à prova d’água e com cinco opções de vibração. Em entrevista ao site da Forbes, Marilia disse que – “Não é só sobre o sexo, mas sobre o nosso bem-estar e direito de sentir prazer. A Lilit nasceu para colocar a intimidade nas nossas próprias mãos”.

Tela Preta – Sextech de áudios eróticos

Tela Preta - Sextech de áudios eróticos / Divulgação

A startup Tela Preta iniciou as atividades em 2020 e afirma ser a primeira plataforma de áudios eróticos do Brasil. Com mais de 150 áudios eróticos narrados em diversos sotaques, tanto por vozes masculinas como femininas, a startup já conta com mais de 5.000 assinantes. Além disso, a Tela Preta disponibiliza novos áudios a cada semana, em planos mensais a partir de R$ 14,99. 

A ideia surgiu após o empreendedor Fábio Chap publicar em grupos de redes sociais contos eróticos narrados por ele mesmo. A partir disso e enxergando uma grande oportunidade de negócio, se juntou ao programador Samuel Aguiar, ao produtor de áudio Guilherme Nakata e à designer e criadora de conteúdo Laís Conter. 

De acordo com o site da Forbes, a sextech paulistana faturou R$ 220 mil no primeiro ano, e a expectativa é que este número salte para R$ 500 mil até abril de 2022.

Share Your Sex

Share Your Sex logo / Facebook divulgação
Share Your Sex logo / Facebook divulgação

A SYS a princípio era uma comunidade do Facebook criada com o intuito de ser um ambiente seguro e acolhedor para as mulheres. Conforme o crescimento orgânico e rápido, Mariah Prado, fundadora da sextech, resolveu investir no projeto de forma profissional.

Atualmente, a Share Your Sex é uma plataforma de streaming de áudios focada 100% no prazer das mulheres, com conteúdos livres de objetificação e fetichização. Além disso, a startup também desenvolve conteúdo educativos com relação à vida sexual da mulher. Os planos variam de R$ 9 por semana a R$ 139 ao ano.

Pantynova

Pantynova logo / Divulgação
Pantynova logo / Divulgação

Por fim, para finalizar nossa lista de sextechs, temos a Pantynova. Fundada por Izabela Starling e Heloisa Etelvina, a marca é uma loja de produtos eróticos para mulheres. Todos os produtos foram totalmente pensados e desenvolvidos para o corpo feminino.  Além disso, a startup disponibiliza uma variedade de contos eróticos gratuitos para todos os públicos. Atualmente, a Pantynova soma mais de 60 mil clientes em todo o Brasil.

 

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Texto de Juliana Santana
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